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Faça você mesma: conservas e produtos aromatizados


 
 

Se você gosta de experimentar na cozinha e quer aproveitar para ampliar a renda em casa, uma opção que tem levado muita gente até a mudar de ramo é a de produtos comestíveis artesanais, como compotas, conservas, vinagres e óleos aromatizados. Hoje, em bancas de feiras ou nas prateleiras de lojas especializadas e supermercados, são encontrados muitos desses produtos. Aliás, uma chance que, se bem trabalhada, pode virar um bom negócio. Depende da qualidade e do capricho.

Prova de que o hobby pode virar um negócio é a experiência do ex-bancário Cláudio Fank. A idéia de criar conservas e produtos com aromas exóticos entrou em sua vida por acaso. Apesar de sempre gostar de cozinhar, ainda não havia pensado em tornar-se um profissional da área gastronômica. Até que preparou vinagre aromatizado, com ervas desidratadas, embalou e presenteou uma amiga. “O produto fez tanto sucesso no jantar de aniversário, que pensei: Por que não investir no ramo da gastronomia?”

Depois de 13 anos trabalhando em uma agência bancária, Cláudio Fank apostou no novo negócio. Começou com vinagres aromatizados. Hoje tem uma linha com mais de 40 tipos diferentes de produtos, como óleos de canola e azeites saborizados, conservas caseiras (caponata e chutney de berinjela, coalhada de banana, manteiga de ervas, sardela, geléia de tomate apimentada, conserva de pimenta). A lista é extensa e você também pode preparar a sua especialidade.

Para isso, Cláudio dá algumas dicas de como proceder: definir o tipo de produto e de embalagem, assim como o rótulo e a apresentação do produto final. Com a orientação da Vigilância Sanitária sobre manipulação de alimentos, conteúdo obrigatório de rotulagem e especificações técnicas para a produção, ele passou a fazer pesquisas – em livros, na internet, com amigos -, sempre direcionado a receitas exóticas. “Atualmente, participo de feiras, onde exponho meus produtos semanalmente, e faço vendas diretas ao consumidor, além de realizar oficinas de culinária”, diz.

Outras dicas importantes:
- Informe-se quanto aos procedimentos de limpeza, desinfecção, esterilização e pasteurização dos produtos.
- Para redução de custos, procure sempre produzir receitas com ingredientes de época (são encontrados em abundância e de melhor qualidade).
- Siga as receitas à risca, para saber o sabor original do produto (com o tempo, você saberá adequá-la, substituindo ingredientes).
- O acondicionamento se dará de acordo com o rendimento da receita e a embalagem usada. Isso facilitará na composição do custo e a margem de lucro na comercialização.
- A apresentação do produto é importantíssima, afinal, “a gente come com os olhos”. 
- É importante que o rótulo traga as informações necessárias: ingredientes, nome do produtor, endereço ou telefone para contato, data de fabricação e validade do produto.

Quer fazer uma experiência? Comece pela receita. Cláudio sugere uma bem simples e saborosa:

Geléia de Tomate Verde

Ingredientes:
2 kg de tomate verde, 1 kg de açúcar, suco de 1 limão.

Modo de preparo:

Lave bem os tomates, tirando os “olhos”. Corte em 16
pedaços. Em uma panela de fundo grosso, coloque os tomates e o açúcar,
deixando descansar por meia hora. Leve ao fogo brando, adicione o suco
de limão, mexendo de vez em quando. Cozinhe por 2 horas ou até que
reduza pela metade - ou quando atingir o ponto de geléia. Guarde em vidros esterilizados e aquecidos. Sirva com pães e torradas.

Informações e dicas: claudiofank@ibest.com.br

 

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