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Saúde: como lidar com a TPM



 
 

Ansiedade, irritabilidade, agressividade, inchaço, dores nos seios, dor de cabeça, depressão, vontade incontrolável de comer doces... Aquela sensação de estar no limite, prestes a explodir com o primeiro que aparecer. Tudo isso junto? Exatamente. Esses sintomas fazem parte de um conjunto que mexe com a cabeça e o corpo da mulher no período que sucede a ovulação: a Tensão Pré-Menstrual, a conhecida TPM – ou Síndrome Pré-Menstrual.

Nem todas as mulheres apresentam os mesmos sintomas. Mas certamente a grande maioria em idade fértil sabe do que se trata. E uma boa parte dessa maioria sabe bem o que é estar “naqueles dias”! As manifestações variam de mulher para mulher, podem durar de dois a 10 dias e, dependendo da intensidade, causam um transtorno na vida delas, tanto biológica, como psicológica e socialmente. Podem ainda repercutir na relação com parceiro, familiares, amigos, colegas de trabalho ou até chefes.

A ginecologista Rúbia Yamasita explica que a TPM é uma resposta fisiológica do corpo às flutuações hormonais e à ovulação. A médica acredita que a intensidade da TPM depende do contexto externo. “Há uma reação exagerada do organismo quando o contexto externo é exagerado. Pressão, problemas no trabalho. Normalmente, não temos TPM na praia, por exemplo, mas ovulamos”, compara.

O tratamento para minimizar os sintomas varia de acordo com essa intensidade. A ginecologista indica, a princípio, uma mudança nas medidas dietéticas e nos hábitos: diminuir o sal na fase pré-menstrual (por causa da retenção de líquido e inchaço); evitar a ingestão de doces (ingira uma fruta e, ao invés de devorar uma barra de chocolate, contente-se com um bombom), cafeína e estimulantes; aumentar a ingestão de substâncias tranqüilizantes (chás, como erva doce, erva cidreira), e praticar atividades físicas aeróbicas três vezes por semana.

Em relação aos medicamentos, há um leque imenso disponível, diz a médica. “Dos fitoterápicos aos antidepressivos. O uso do medicamento é recomendado quando a TPM atrapalha as funções do cotidiano”. Mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais têm menos problemas com a TPM. “Não se pode generalizar o nível de hormônio das pílulas, mas com elas a mulher não tem tantas oscilações hormonais”.

Mas como saber se o que a mulher está sentindo tem a ver com a TPM? Rúbia Yamasita diz que ela deve ficar atenta à regularidade dos sintomas. Verificar se todo mês nota um conjunto de sinais que indicam a pré-menstruação. Há casos, segundo ela, em que angústia e ansiedade nada têm a ver com a TPM. Na dúvida, procure um médico.

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